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24 de setembro de 2025

Novos alunos da ESDS

 Sessão de sensibilização para a utilidade da biblioteca e o prazer de a frequentar!

  • 15 setembro 2025



  • em 16 setembro 2025



  • em 17 setembro 2025





  • em 19 setembro 2025





  • 22 de setembro 2025

  • 23 setembro 2025
 

  • 24 setembro 2025
 












27 de maio de 2024

Vem à BE: damos-te exames de anos anteriores para te preparares!


Prepara-te para os exames nacionais!




Na Biblioteca da Escola Secundária Domingos Sequeira podes encontrar e consultar exemplares de exames nacionais de anos letivos anteriores.























23 de maio de 2024

AGORA ÉS TU A LER

Aqui fica o desafio para as pessoas leitoras. O desafio também se estende às professoras e aos professores que trabalham nas bibliotecas escolares: lancem este desafio no espaço da biblioteca ou nos canais digitais.

Vamos a isto? #AgoraÉsTuALer



7 de maio de 2024

CAMÕES E A VERDADE POÉTICA, por Frederico Lourenço

"Em três poemas das suas «Rimas», Camões chama às situações sentimentais descritas na sua poesia lírica «verdades puras». Esta declaração do poeta incentivou desde o século XVII a leitura da poesia de Camões como confissão autobiográfica, como diário sentimental. A meu ver, essa interpretação é um equívoco: foi isso que procurei demonstrar na aula de abertura do FeLiCidade Festival 2024, ontem, 04.05.24, no CCB.

O «Eu» da poesia lírica de Camões não é o homem real Luís Vaz de Camões (que se declara, nas cartas aos amigos, frequentador de prostitutas), mas sim uma personagem que, ao declarar-se platonicamente apaixonado por uma Dama, está a encenar as biografias reais ou inventadas de poetas anteriores, admirados por Camões.
Horácio, Ovídio, Petrarca e Garcilaso são os modelos nos quais Camões baseia a sua «persona» lírica. Quanto ao termo «verdade», é usado segundo o código da poesia greco-latina, em que «verdade poética» equivale a «qualidade poética». O que se exige da verdade poética é que se pareça com a verdade factual, tal como Horácio afirma no v. 338 da sua «Arte Poética», ao recomendar que «coisas fingidas por causa do deleite sejam próximas das verdadeiras». A minha argumentação segue várias etapas, até chegar a três passagens de «Os Lusíadas», que nos ajudam a perceber melhor o enigma daquilo que Camões entende por «verdade»."




2 de maio de 2024